Este é um momento marcante para a cidade: o Rio guina... para o futuro!
Nenhum carioca ficará incólume, nenhum carioca pode ficar indiferente.
Esta é também uma das minhas formas de participar: sugerir caminhos para o Rio.
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O Metrô que falta ao Rio de Janeiro

A partir do Metrô que temos, eis o que falta para chegar ao Metrô justo e necessário para a cidade do Rio de Janeiro:

1. A construção da Linha 4 (ou Linha N), da Barra ao Galeão, via Gávea, Humaitá, Laranjeiras, Glória, Santos Dumont, Praça XV, Praça Mauá, Porto Maravilha e Rodoviária, com cruzamento com a Linha 1 na Glória. Mais tarde, adiante do Galeão, continuação para o interior da Ilha do Governador; 
2. A complementação da Linha 2, com a construção do trecho Estácio – Praça XV e a consequente travessia da Baía de Guanabara, fazendo a ligação com a Linha 3, em direção a Itaboraí. Na direção norte, na sequencia da Linha 2 após Pavuna, a integração com a Baixada.
3. A construção da Linha X, a Transversal, levando o Metrô à Zona Oeste, com várias conexões. Em direção ao Centro, atendendo à estação do trem-bala na Leopoldina, a ligação com a Linha 1 no Estácio; 
4. Mais cedo ou mais tarde, que terá a sua utilidade, a continuação da Linha 1 até a Gávea. Na outra ponta, uma continuação em direção à Zona Norte, a partir da Estação Uruguai;
Sem isto, o século XXI no Rio de Janeiro ficará bem congestionado...
Atualizado em 14/03/2012,
 

12 comentários:

Guina Ramos disse...

É uma linha realmente de integração! Milhares de pessoas deixariam de fazer o périplo sacolejante nos ônibus da Av. Brasil, e viriam direto ao Centro no conforto do Metrô. De passagem, colocaria as torcidas na cara do gol do Engenhão...

Fábio Lau disse...

Pois é, Guina.
O mundo inteiro optou por diversificar linhas. Aqui a opção tem sido esticar. Até inviabilizar o transporte.

Elisa Ramos disse...

Concordo plenamente!
Muito bom Guina, falta enviar essa sugestão para a imprensa, divulgando suas idéias.

Ed Sartori disse...

Eu não consigo entender a falta de integração entre o METRO e a Rodoviária Novo Rio, nem tão pouco com as barcas e os aeroportos. Ou alguém levou muita grana para que o obvio não fosse feito, ou é então é muita burrice mesmo!

Guina Ramos disse...

Aproveito para agradecer a todos pelos comentários e compartilhamentos!...
São ideias que precisam circular, que dependem de vontade política para que aconteçam.
É para quem pensa no Rio de Janeiro do século XXI e não para os que estão a fim apenas dos seus interesses imediatos...

Vera Lucia Dias Oliveira disse...

Muito interessante a serie. Obrigada

Luis Olinto Mendonça disse...

Interessante essa linha 4.
Porque o metrô do Rio não passa por nenhuma porta de entrada da cidade, qual seja: os aeroportos, portos e terminais rodoviários...
Então é um troço muito louco, pq nos deixa eternamente dependentes de linhas de ônibus que melhoraram um pouco nos últimos anos, mas estão muito aquém da demanda da cidade....!

Guina Ramos disse...

Concordo plenamente!
Chega de ônibus atravessando a cidade de ponta a ponta!
Que sejam complementares, radiais ao Metrô e aos trens, que têm que ser revitalizados!

Del Rey disse...

Isso é uma nova obra de ficção?

Ricardo Figueiredo de Castro disse...

Tão importante quanto esta é a construção de uma linha de metrô ligando a cidade do Rio a Niterói e São Gonçalo. Infelizmente, a sociedade civil destas cidades não pressiona a sociedade política para conseguir viabilizar este importantíssimo projeto de transporte público para os cidadãos do Grande Rio. Enquanto isso a Prefeitura de Niterói tenta nos convercer que as Barcas é a solução !

Gustavo De Brito Colombo disse...

a linha 1 deveria virar um anel metroviário ligando a estação uruguai à gávea. dessa forma da demanda da barra se dividiria em dois sentidos. assim como todos pontos da linha 1 poderiam ser atingidos indo tanto pelo sentido zona norte como pelo sentido zona sul>

Guina Ramos disse...

Penso que a ligação Uruguai-Gávea desperdiça esforços, pq não considera a predominância de fluxo de passageiros vindo da Zona Norte em direção ao Centro.
Ou seja, seria uma enorme construção que não atenderia a nada no meio do trajeto.